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Tabagismo

Viver bem

15/09/2020 16:38 | Última Atualização 15/09/2020 16:41

​​​Tabagismo considerado uma doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pois a nicotina contida no cigarro, causa dependência e provoca alterações físicas, emocionais e comportamentais na pessoa que fuma. De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID), o tabagismo foi catalogado como "uma desordem mental e de comportamento, decorrente da síndrome de abstinência à nicotina" (CID10 F17.2).

Além disso, o cigarro é uma droga que contém mais de 4.700 substâncias químicas, 60 cancerígenas e está associado a diversos tipos de doenças. A Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) é o primeiro tratado internacional de saúde pública, desenvolvido pela OMS, com 192 países membros da Organização Mundial de Saúde.

O Brasil foi um dos líderes em seu processo de desenvolvimento e seu objetivo é proteger as gerações presentes e futuras das devastadoras consequências sanitárias, sociais, ambientais e econômicas geradas pelo consumo e pela exposição à fumaça do tabaco.

O Brasil é hoje o quarto maior produtor de tabaco no mundo e fica atrás apenas da China, Estados Unidos e Índia e, desde 1993, ocupa o primeiro lugar na exportação mundial. A folha de tabaco proveniente do Brasil é conhecida internacionalmente como de boa qualidade e de baixo preço.


Algumas leis relacionadas ao tabagismo no Brasil​​

Lei n. 9.294 - 15/7/1996 Proíbe o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, ou de qualquer outro produto fumígeno derivado do tabaco em recinto coletivo, privado ou público, tais como repartições públicas, hospitais, salas de aula, bibliotecas, ambientes de trabalho, teatros e cinemas.

Lei n. 10.167 - 27/12/2000 Altera a Lei n.º 9.294/96, restringindo a publicidade de produtos derivados do tabaco à afixação de pôsteres, painéis e cartazes na parte interna dos locais de venda, proibindo, consequentemente, em revistas, jornais, televisão, rádio e outdoors. Proíbe a divulgação por meio eletrônico, inclusive Internet, propaganda indireta contratada, também denominada merchandising e propaganda em estádios, pistas, palcos ou locais similares. Veta o patrocínio de eventos esportivos nacionais e culturais.

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária n.º 46 (28 de março de 2001) Estabelece os teores máximos permitidos de alcatrão, nicotina e monóxido de carbono presentes na corrente primária da fumaça dos cigarros comercializados no País, para no máximo 10 mg/cig, 1 mg/cig e 10 mg/cig, consecutivamente. Proíbe a utilização de descritores em embalagens ou material publicitário tais como: classes, ultra baixos teores, baixos teores, suave, light, soft, leve, teores moderados, altos teores e outros que possam induzir o consumidor a uma interpretação equivocada quanto aos teores contidos nos cigarros.

 

Alguns números sobre o tabagismo

  De cada 100 pacientes que desenvolvem câncer, 30 são fumantes. No Brasil, estima-se que, a cada ano, 200 mil brasileiros morram precocemente devido às doenças causadas pelo tabagismo.

  • O tabaco é a segunda droga mais consumida entre os jovens no mundo e no Brasil, e isso se deve às facilidades e estímulos para obtenção do produto, entre eles o baixo custo, a curiosidade pelo produto estimulada pela imitação do comportamento do adulto, e a promoção e o marketing de produtos derivados do tabaco.
  • Noventa por cento dos fumantes iniciaram seu consumo antes dos 19 anos de idade, faixa em que o indivíduo ainda se encontra na fase de construção de sua personalidade.
  • O componente do cigarro mais letal de todos os elementos é o monóxido de carbono, que é idêntico ao gás que sai do escapamento dos automóveis.​

Uma das substâncias presentes no fumo do tabaco é o alcatrão – de forte odor, ele se obtém da destilação de certas matérias orgânicas, principalmente de carvão, ossos e de algumas madeiras resinosas. Provoca a obstrução dos pulmões e perturbações respiratórias, além da dependência do tabaco e várias doenças associadas ao seu consumo.

  • O tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo, subsequente ao tabagismo ativo e ao consumo excessivo de álcool. Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos da poluição tabagística ambiental (PTA), tais como irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, dor de cabeça, aumento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias, e aumento dos problemas cardíacos.
  • Fumantes passivos têm um risco 23% maior de desenvolver doença cardiovascular, 30% mais chances de ter câncer de pulmão, 24% mais chances de infarto do miocárdio e maior risco de arteriosclerose.
  • A ventilação não elimina os diversos componentes tóxicos da PTA. Segundo a Sociedade Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Condicionamento de Ar (ASHRAE), que é o órgão de referência dessa área da engenharia, "nenhuma tecnologia de engenharia de ventilação atual demonstrou controlar os riscos impostos pela exposição à PTA, apenas reduzi-los e controlar questões de conforto relacionadas ao odor e à irritação sensorial".

 

Parar de fumar

Possibilidades

Atualmente existem diversas opções de tratamento para o tabagismo que vêm se mostrando muito úteis para auxiliar o fumante no processo de abandono do cigarro. Podem ser utilizadas separadamente ou combinadas, e incluem:

• Medicamentos específicos que atuam sobre a vontade de fumar.

• Terapia de Reposição Nicotinica (TRN) por meio de gomas de mascar e adesivos transdérmicos.

• Terapia Cognitivo Comportamental, com foco na suspensão do tabagismo.

 

Benefícios

• Após 20 minutos sem fumar – A pressão sanguínea volta ao normal.

• Após 8 horas sem fumar – Os níveis de nicotina e monóxido de carbono são reduzidos pela metade, o nível de oxigênio volta ao normal.

• Após 48 horas sem fumar – O olfato e o paladar melhoram sensivelmente.

• Após 2 a 12 semanas sem fumar – O sistema circulatório melhora, andar e correr fica mais fácil.  

• Após 5 a 15 anos sem fumar – O risco de acidente vascular cerebral (derrame) e infarto é reduzido ao nível de quem nunca fumou.

 

O que fazer quando:

1. Você fuma e não tem interesse em parar no momento

Fumantes são bem-vindos em todos e quaisquer lugares, mas na hora de fumar, procure um local ao ar livre. O seu direito individual de fumar sempre será respeitado desde que não se sobreponha ao direito coletivo de respirar ar limpo.

2. Você não fuma

Você tem o direito de respirar ar limpo e é dever do Estado proteger a saúde pública. A Lei Federal proíbe o fumo em ambientes fechados de uso coletivo públicos e/ou privados. Isso vale para o seu trabalho, locais que você frequenta para o lazer (bares, restaurantes, casas noturnas, lanchonetes etc.), os meios de transporte e quaisquer outros locais fechados privados ou públicos de uso coletivo.

3. Você é empregador

Lembre-se de colocar sinalização indicando que é proibido fumar em ambientes fechados; de preferência retire os cinzeiros das entradas e áreas de descanso do local de trabalho; incentive que os fumantes procurem auxílio e realize programas de cessação do fumo em sua empresa, pois 97% dos tabagistas necessitam de auxílio de profissionais de saúde especializados na questão.

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