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Fortaleça sua imunidade!

Alguns cuidados são essenciais para a prevenção de doenças

24/04/2020 00:00 | Última Atualização 24/04/2020 09:28

​​O que chamamos de imunidade é um processo dinâmico e organizado que permite que nosso corpo tenha defesas contra invasão de organismos ou de partículas tóxicas. Sofremos ataques constantes de bactérias, vírus, poeiras e até mesmo de nossas próprias células, se defeituosas. A resposta a esses desafios é composta por múltiplos mecanismos que atuam de forma sincronizada. Para isso, contam com estruturas diferentes, como órgãos, por exemplo, pele e baço, células de defesa e, também, substâncias químicas, como as que compõem o muco encontrado dentro do nosso nariz.

Cada elemento dentro desse sistema tem sua função específica e interage com seus pares para a manutenção da saúde do nosso corpo. Microrganismos também têm grande importância no sistema imunológico, algumas vezes ajudam no seu funcionamento. Por exemplo, em nossas peles e intestinos, há uma extensa variedade de minúsculos seres vivos, que compõem a nossa microbiota e atuam de forma direta nas fileiras de nossas defesas. O exemplo disso são os microrganismos não patogênicos, que disputam espaço com os patogênicos e nos protegem do seu ataque. Um corpo em equilíbrio e saudável está em consonância com sua microbiota. Uma grande carga de microrganismos ou de fragilidade do sistema imunológico pode corromper esta harmonia, tornando-se um gatilho para uma doença infecciosa.

As infecções de pele são um bom modelo para compreendermos este complexo e eficiente sistema. A pele está repleta de bactérias e fungos, mas quase sempre está livre de infecções. No entanto, um ferimento pode trazer a oportunidade para que bactérias atinjam partes mais profundas de nossa pele e, desta forma, possam provocar uma infecção. As doenças virais, como a covid-19, também se estabelecem com maior ou menor gravidade a depender das interações, de um lado, da imunidade; do outro, da agressividade e quantidade do ser infectante. O distanciamento social baseia-se nessa premissa, pois reduz a exposição ao vírus. A quantidade de partículas virais com as quais uma pessoa entra em contato pode ser um dos fatores que determina a gravidade da doença que poderá ocorrer. Sabemos que enquanto algumas pessoas podem desenvolver formas graves, outras podem ser inclusive assintomáticas.

Além dessa, de que outras maneiras podemos nos prevenir? Hábitos de vida vêm sendo apontados cada dia mais como preditores de saúde. Alguns grupos de doenças, como as cardiovasculares, já têm relação bem conhecida com a alimentação, atividade física, consumo de cigarros e de álcool, nível de estresse, entre outros. Historicamente, temos ouvido de nossos pais e avós que as doenças infecciosas também podem ser provocadas ou agravadas por maus hábitos, será que isso é verdade? Passar frio, alimentar-se mal e excesso de trabalho podem nos deixar mais vulneráveis às doenças infecciosas? Nem sempre a ciência consegue nos mostrar a relação entre uma causa e uma consequência de forma definitiva. Portanto, recomendações passadas por muitas gerações nem sempre têm seus efeitos comprovados. O mesmo acontece com teses bem articuladas sobre o funcionamento do sistema imune. Recomendações são feitas em grande quantidade, com base em conhecimentos teóricos sobre os mecanismos de ataque e defesa do organismo, mas quais são os que realmente funcionam? Um exemplo interessante é a busca da resposta sobre a relação entre as doenças respiratórias e o frio. Sabemos que elas são mais comuns no inverno, mas por que isso acontece? Alguns acreditam que a temperatura do corpo mais baixa atrapalharia o sistema imune; outros que os ambientes fechados por conta do inverno seriam a causa da maior contaminação da população e outros que o vírus sobreviveria mais facilmente no frio. A verdade é que os estudos feitos para testar essas hipóteses não foram capazes de dizer qual a razão.  Logo, temos muitas dúvidas ainda não solucionadas.

O importante nesse contexto é entender que a melhor medida para fortalecer a imunidade é manter o equilíbrio do nosso corpo e dos nossos sistemas. Um exemplo disso: apesar de não sabermos se a "friagem" faz mal a todas as pessoas, sabemos que baixas temperaturas podem inflamar as mucosas nasal e oral de alguns e, por consequência, isso facilita a invasão de vírus nesse grupo. Ainda hoje, a ciência não é capaz de dar conselhos específicos para turbinar o sistema imunológico. Entretanto, já há provas de que diversas medidas podem melhorar o bem-estar e aumentar as forças de nossas defesas.

Algumas dessas medidas são:

  • Controle do estresse crônico: o estresse provoca o aumento do cortisol no sangue, hormônio que reduz a resposta imunológica das pessoas e aumenta o risco de infecções. Exercícios físicos regulares e meditação são atitudes conhecidas para regulação hormonal e redução do estresse.
  • Vacinação: a vacina contra influenza é oferecida anualmente às populações de risco para a doença. Em linhasgerais, são as pessoas nos extremos de idade e portadores de doenças crônicas, como o diabetes. A vacina não garante 100% de imunidade contra o vírus influenza, mas está relacionada a quadros menos graves. Neste ano, em especial, a vacina está sendo recomendada para evitar a coinfecção influenza e coronavírus, uma situação que pode trazer maior risco para a saúde.
  • Alimentação: apesar da falta de estudos específicos, alguns alimentos são apontados como protetores para infecção. Alguns exemplos são alimentos ricos em ômega-3, como os peixes, as sementes, as oleaginosas e os legumes. A relação entre a alimentação saudável e a redução de infecções pode ainda não ter sido comprovada, mas temos visto em muitos estudos que a adoção desse hábito favorece o equilíbrio do nosso metabolismo. Frutas, sementes, verduras, carnes magras e outros alimentos que são ricos em fibras, vitaminas, minerais, proteínas e gordura de boa qualidade proporcionam uma boa digestão, a absorção mais adequada de nutrientes e melhor qualidade de vida.
  • Interrupção de tabagismo: muitos tabagistas já estiveram prestes a parar de fumar ou até mesmo conseguiram por um período. Se esse é o seu caso, procure um médico e inicie agora mesmo o seu tratamento. Busque ou forme o seu grupo de amigos que têm a mesma intenção, marque consultas on-line e vá em frente.
  • Hidratação: o consumo de água interfere também na imunidade, diretamente, por meio da hidratação de mucosas e indiretamente, na manutenção do nosso metabolismo, conforme dito anteriormente.
  • Atividade física: mesmo durante a quarentena, exercícios físicos podem ser feitos, como subir escadas, levantar-se e sentar-se na cadeira, esteira, pular corda, entre outros. Os exercícios físicos podem estar diretamente relacionados com a melhora da imunidade, quando mobiliza as secreções pulmonares para serem expelidas pelo organismo, ou por mecanismos indiretos, como no controle de estresse, como já foi falado. Não deixe de praticar!
  • Sono: a qualidade do sono está intimamente relacionada ao controle do estresse, portanto, pode afetar a imunidade. Se você tem problemas para dormir, ou acorda várias vezes à noite, procure um especialista. O tratamento do sono é, principalmente, comportamental e, algumas vezes, tem auxílio de outros tipos de terapia.

Esse artigo foi desenvolvido pela Dra. Gladys Villas Boas - Infectologista do Núcleo de Atenção à Saúde Produzido em 20/04/2020 www.unimedfesp.coop.br gerenciamento.saude@unimedfesp.coop.br telefone: (11) 2146-2686 Acesse: www.unimedcontracorona.com.br/

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